22/02/2012

Sinta-se em casa!

portas abertas

Em novembro de 2004 a Eternit lançou o Programa Portas Abertas, um projeto que possibilita aos nossos consumidores, clientes, fornecedores, acionistas, comunidade do entorno e a sociedade em geral, conhecer todo o processo produtivo da empresa.

Este é o maior programa Portas Abertas do Brasil em questões de tempo de implantação e número de visitas. Neste mês de janeiro, alcançamos a marca de 50 mil visitas, um grande marco na história da Eternit.

O programa consiste na realização de visitas as cinco unidades produtivas do Grupo – Anápolis (GO), Colombo (PR), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ) e Simões Filho (BA) – e a mineradora Sama, localizada em Minaçu, norte do Estado de Goiás.

O grande objetivo do programa é contribuir para o melhor entendimento da sociedade a respeito da extração, beneficiamento e comercialização do amianto crisotila e da fabricação dos produtos de fibrocimento de forma controlada e responsável.

Venha conhecer nossas fábricas, teremos muito prazer em recebê-lo em uma de nossas fábricas Eternit, Precon Goiás e a mineradora Sama.

Sinta-se em casa!


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15/02/2012

O antes e o depois do uso seguro do Amianto

O vídeo abaixo mostra como a Indústria Europeia do fibrocimento trabalhava com o amianto, principalmente o anfibólio nas primeiras décadas, e como é a atividade no Brasil na atualidade com o Amianto Crisotila.

  

Existem dois grupos principais de amianto, o crisotila e o anfibólio. O amianto anfibólio possui fibras duras, retas e pontiagudas, além de possuir altas concentrações de ferro em sua composição. Já o amianto crisotila possui fibras curvas e sedosas em sua composição tem altas concentrações de magnésio.

Estas características implicam em biopersistência, que significa, o tempo de permanência das fibras no pulmão antes de serem eliminadas. Enquanto as fibras do amianto crisotila permanecem no máximo dois dias e meio no pulmão, as fibras do anfibólio ficam mais de um ano. O uso, a fabricação, o comércio e o transporte de amianto no Brasil estão regulamentados pela lei Federal 9055/95, pelo Decreto 2350/97 e pela Portaria 3214/78 – NR15 – (www.brasil.gov.br).

Essa legislação regulamenta o uso seguro do amianto crisotila e proíbe todos os outros tipos de amianto. O Brasil é o terceiro maior produtor no mundo do amianto criso­tila. O país hoje é autossuficiente na produção e exporta a matéria-prima para mais de 20 países, entre eles, Índia, Tailândia, In­donésia, México, Colômbia e Emirados Árabes.


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14/02/2012

Esclarecimentos do Grupo Eternit

A Eternit, empresa brasileira de capital aberto e 100% nacional,  esclarece que não tem nenhuma relação com a Eternit de outros países , inclusive na Itália. Portanto, a propriedade/uso da marca se dá de forma distinta por diversas empresas em vários países. A realidade da atividade no Brasil também difere da empresa italiana.

A Eternit brasileira segue a Lei Federal nº 9055/95, que disciplina a extração, industrialização, utilização, comercialização e transporte do amianto crisotila e dos produtos que o contenham em todo território nacional.

Com relação ao uso do amianto crisotila em produtos como caixas d’água e telhas, a Eternit esclarece:

•    A extração e beneficiamento do amianto crisotila por sua controlada SAMA e a utilização do mineral nas fábricas da Eternit seguem rígidos padrões de segurança que superam as exigências legais. Com o aprimoramento das técnicas de produção e o aperfeiçoamento dos mecanismos de proteção ao trabalho, nenhum caso de doença relacionada ao uso do amianto crisotila foi registrado entre os colaboradores admitidos no Grupo a partir dos anos 80.

•    Os procedimentos de segurança implantados pelo Grupo Eternit em suas empresas superam as exigências legais, eliminando ou reduzindo possíveis riscos e garantindo a segurança aos colaboradores e consumidores. O uso de telhas com amianto crisotila é seguro. Não há registro no Brasil de nenhum morador que tenha desenvolvido qualquer doença em razão de habitar moradias cobertas com telhas de amianto. Fato comprovado em pesquisa nacional, disponível no site http://www.sectec.go.gov.br/portal/.

O Grupo Eternit reafirma a transparência com que trata o assunto e realiza um programa de Portas Abertas em todas suas unidades e na mineradora, permitindo o acesso a todos que quiserem conhecer os processos seguros na mineração e na fabricação de produtos contendo amianto crisotila.


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31/01/2012

Uso seguro do amianto Crisotila

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Os trabalhadores e as organizações que tem o amianto como matéria prima, conseguiram impor, por meio do Acordo Tripartite, medidas de segurança que garantem total tranquilidade para manusear o amianto crisotila de forma segura.

Existem diversas razões para se defender o uso do amianto crisotila e as organizações e trabalhadores que participaram do acordo, fazem questão de comemorar esse feito. As principais medidas para o uso seguro do mineral, seguidas a risca por todas as organizações e trabalhadores, são as seguintes:

1. Hoje, diferente do passado, o trabalhador não tem contato direto com o mineral.

2. O amianto crisotila é muito diferente do anfibólio, que já foi banido praticamente no mundo todo.

3. Ocorreram avanços significativos no sistema produtivo das empresas, garantindo a segurança e a saúde no trabalho.

4. Existe respeito à preservação da saúde dos trabalhadores, ex trabalhadores e da população.

5. Os trabalhadores desempenham suas funções em um ambiente de trabalho seguro.

6. Os colaboradores podem parar de trabalhar imediatamente se sentirem-se ameaçados no ambiente de trabalho por conta do amianto crisotila, tendo garantia do emprego.

7. Foi firmado o maior acordo nacional tripartite de segurança e saúde no trabalho, cuja coordenação é de responsabilidade da CNTA.

8. Estas conquistas são frutos da organização dos trabalhadores, através dos sindicatos, federações, Confederação e da CNTA (órgão representativo nacional).


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23/01/2012

Pesquisa sobre a avaliação de risco e efeitos na saúde – Amianto Crisotila

Em novembro de 2010, professores da Unicamp, USP, FMUSP, Unifesp, UFG e ITP, apresentaram os resultados do Projeto Asbestos Ambiental, uma pesquisa sobre a “Exposição ambiental ao asbesto: Avaliação do risco e efeitos na saúde”.

Em resumo, sobre a avaliação ambiental, a pesquisa descreveu qual a exposição ambiental domiciliar ao asbesto, sendo estudados grandes centros urbanos em casas cobertas com telhas de cimento amianto, quantificando possível exposição intradomiciliar em cinco capitais brasileiras e seus possíveis efeitos no sistema respiratório.

Como resultado, notou-se que as concentrações observadas no estudo estão dentro dos intervalos encontrados nos grandes centros urbanos ocidentais e dentro dos limites aceitáveis de acordo com a Organização Mundial de Saúde e as agências internacionais de controle da exposição. Em relação às avaliações de amostra dos moradores estudados, não foram encontradas alterações clinicas, funcionais respiratórias e tomográficas de alta resolução, passíveis de atribuição à inalação ambiental à fibra de asbesto.

Sobre a avaliação ocupacional, foram avaliados 2075 trabalhadores e ex trabalhadores da atividade de mineração de asbesto, dos quais foi possível o acompanhamento longitudinal, por tomografia computadorizada de alta resolução (TCAR) em 405 indivíduos. Foram apresentados como principais resultados: Nenhum caso de alteração interação intersticial compatível com asbestose foi identificado evolutivamente neste mesmo grupo. Não se identificou novas alterações nem progressão do comprometimento pleural ou intersticial nos indivíduos do Grupo exposto após 1980, que fizeram TCAR nos dois estudos. Assumindo-se a TCAR como método de referência, o RXT apresentou elevada taxa de falso-positivo para asbestose e falso-negativo para placas pleurais, tanto na avaliação transversal como na evolutiva dos casos.


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